O diesel subiu, a rota é a mesma. O relatório não explica a diferença.
Parte do custo é preço, parte é jeito de conduzir, parte é o que aconteceu na estrada. Fechado tudo junto, vira uma linha só que ninguém consegue discutir.
Abre o WhatsApp da FACSS com uma mensagem já escrita. Você lê e edita antes de enviar.
Se isso parece a sua operação
- O combustível pesou mais esse mês e ninguém sabe dizer o porquê.
- Dois motoristas, a mesma rota, consumo diferente. E fica por isso mesmo.
- Quando o preço do diesel sobe, todo o resto some da conversa.
- Trânsito, carga e relevo mudam o consumo, mas entram na conta como "variação".
- A cobrança chega para o motorista sem nada que sustente a conversa.
Três coisas diferentes na mesma linha
Preço de combustível você não controla. Condução você influencia. Contexto você precisa conhecer para cobrar de quem é justo. Enquanto os três chegam somados, a conversa com o motorista vira opinião contra opinião.
Como a conversa começa
- 1
Você conta o que já mede
Qual telemetria está instalada, o que chega sobre consumo e como o custo é fechado hoje.
- 2
A gente separa o que está misturado
O que é preço do combustível, o que é jeito de conduzir e o que é contexto da viagem.
- 3
Módulo de teste
Antes de qualquer contrato, você experimenta o módulo na sua operação. O teste tem duração prevista de 30 dias, com uma amostra de aproximadamente 5 a 10 veículos.
- 4
Você decide com número na mão
Se o teste não mostrar resultado, a conversa termina aí.
Vamos entender o que está acontecendo?
Conte como o diesel se comportou nos últimos meses e em quais rotas. A conversa começa pela sua operação e só depois chega na FACSS.
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