FACSS, página inicial

FACSS para operações de frota

Você já ouviu essa apresentação antes.

Telemetria, painel, economia de diesel, um gráfico subindo. Quando a reunião termina, começam as perguntas de verdade, e normalmente elas ficam sem resposta no site de quem vendeu.

A FACSS cuida do desempenho econômico da condução: junta o dado da telemetria com o contexto da sua operação, orienta o motorista e mostra o resultado em reais. Esta página responde as nove perguntas que um dono de transportadora faz, na ordem em que aparecem. Cada resposta termina dizendo o que ela não promete.

Clientes da FACSS

  • Aperam
  • RLR
  • Lenarge
  • BS
  • Sempre Volta
  • Vallence

01

Já tenho telemetria instalada. O que vocês fazem que ela não faz?

A telemetria registra o que aconteceu. Ela sabe a rotação, a frenagem, a marcha lenta, o tempo parado. O que ela não faz é decidir o que vale a pena olhar na sua operação, quem precisa saber, e o que acontece quando o número piora.

Entre o dado e a decisão existe um vão, e ele é preenchido por trabalho humano, combinado com a sua equipe. É esse vão que a FACSS ocupa. A tecnologia vem junto porque sem ela não dá, mas o que você contrata é o resultado da condução.

Do dado até a decisão existe um vãodadodecisãotrabalho de gente

O que isso não quer dizer: que a sua telemetria atual é ruim. Na maioria das vezes ela registra tudo o que precisa. O que falta vem depois dela.

02

Quanto disso vira dinheiro na minha conta?

Nos clientes que já usam a rotina há tempo, foi isto que a condução devolveu:

menos diesel
12%
menos Arla 32
9%
mais disponibilidade mecânica
17%
mais velocidade média nas subidas
14%

Resultados observados em clientes com alta maturidade de uso. Variam conforme a operação.

A condução também preserva pneus e manutenção. Esses itens entram no acompanhamento, sem percentual publicado.

Na sua frota, o número sai da medição. O que se combina antes é o critério: de onde sai o valor, com o que ele é comparado e com que frequência. A linha que a diretoria pede na renovação, a do resultado em reais, é a que a gente se compromete a escrever.

A linha que falta na contadieselmanutençãoconduçãoresultado

O que isso não quer dizer: que esses números valem para qualquer frota. Foram observados em clientes com alta maturidade de uso e variam conforme a operação.

03

Como vocês mexem no diesel sem mexer na minha rota?

Não mexemos na rota. Dois caminhões fazem o mesmo trecho no mesmo dia e gastam diferente, e a maior parte dessa diferença está em coisas que você já controla: como o veículo foi conduzido na subida, se a marcha combinava com o esforço, quanta carga levava.

O trabalho é separar o que é contexto do que é condução, para que a conversa com cada motorista comece do lugar certo. Comparar dois números sem isso é comparar coisas diferentes, e o time percebe na primeira reunião.

O que isso não quer dizer: que o consumo é só condução. Carga, relevo e rota explicam parte da diferença, e por isso o critério de comparação é combinado com a sua operação antes de qualquer conversa com motorista.

04

Meu motorista vai achar que é vigilância?

Vai, se a implantação for feita escondida e o primeiro contato dele com o sistema for uma advertência. É assim que a maior parte dos projetos de telemetria morre dentro de casa.

O motorista acompanha o próprio desempenho e vê o que muda a pontuação dele, com indicador simples, ranking e premiação de critério claro. Quem dirige bem aparece. Reconhecimento muda condução de um jeito que advertência nunca conseguiu, e quem roda em transporte há tempo já viu os dois acontecerem.

O que isso não quer dizer: que não existe acompanhamento. Existe, e ele é visível para todo mundo. O que não existe é a lógica de pegar alguém errado como forma de melhorar o consumo.

05

Quem aqui dentro vai ter que operar isso?

A rotina é curta e cabe na semana de quem já trabalha aí. O gestor recebe os poucos casos que valem conversa, não uma lista de trezentos alertas que ninguém lê depois da segunda semana.

Cada indicador acompanhado tem alguém que recebe, um prazo e uma ação esperada. Indicador sem dono vira relatório, e relatório ninguém abre duas vezes.

A rotina da semanaobservaconversamudamede

O que isso não quer dizer: que ninguém da sua equipe participa. Participa, e essa é a parte que faz o resultado existir. O que não acontece é a gente entregar um acesso e sumir.

06

Vocês já fizeram isso antes?

São mais de quinze anos de trabalho dentro do setor de transporte, construindo os sistemas que operações como a sua usam todos os dias. Aperam, RLR e Lenarge são clientes da FACSS.

Os resultados da pergunta 2 vêm de clientes com alta maturidade de uso da solução de condução. Por isso os logos e os números aparecem separados: um não é a fonte do outro.

O que isso não quer dizer: que todas essas empresas usam a solução de condução. São clientes da FACSS, em projetos diferentes.

07

O que exatamente está incluído?

O dado da frota. O que a telemetria do caminhão registra, como consumo, rotação e frenagem. Funciona em frota multimarcas.

O contexto da operação. Carga, relevo e rota entram no critério, combinado com a sua operação, antes de comparar motoristas.

Indicador e orientação. Poucos indicadores, fáceis de ler, e orientação para o motorista saber o que muda na próxima viagem.

Competição e premiação. Ranking com critério claro e premiação para quem conduz melhor.

Validação econômica. O resultado do período em reais, medido do mesmo jeito todo mês. As regras se ajustam à sua operação.

O que isso não quer dizer: que qualquer coisa fora dessa lista já está pronta. O que não está aqui, não está.

08

Em quanto tempo eu vejo alguma coisa?

O que aparece primeiro não é economia, é visibilidade: onde a operação perde, quais veículos e motoristas puxam a média e o que é contexto. Isso costuma mudar a conversa interna antes de mudar a conta.

Resultado financeiro vem depois, quando a rotina já está rodando e dá para comparar períodos com o mesmo critério. A gente combina o critério no começo justamente para não discutir régua no meio.

O que isso não quer dizer: que existe um prazo fechado para resultado financeiro. Isso depende do tamanho da frota, do que já é acompanhado hoje e de quanto a equipe entra junto.

09

Certo. Como começa?

Com uma conversa em que a FACSS pergunta da sua operação antes de falar de si. Qual telemetria já roda, o que a diretoria cobra, quem abre o relatório hoje.

Se fizer sentido, o passo seguinte é o módulo de teste em um pedaço da frota. O teste tem duração prevista de 30 dias, com uma amostra de aproximadamente 5 a 10 veículos. Nenhuma assinatura é necessária para você ver se funciona. O formulário no fim da página é o começo dessa conversa.

O que isso não quer dizer: que a conversa termina em proposta. Se a FACSS não for o que a sua operação precisa agora, a gente diz, e fica por isso.

Se ficou uma pergunta que não está aqui, ela é a mais importante

Traga essa pergunta para a conversa. É melhor descobrir agora que a resposta não serve do que descobrir depois de instalar.

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